Senado aprova mudança no regimento para criar liderança da bancada feminina

O Senado aprovou nessa 3ª feira (9.mar.2021), em votação simbólica, o Projeto de Resolução 6/2021, que altera o regimento da Casa para criar a função de líder na bancada feminina.

A ex-candidata à presidência do Senado e ex-presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), Simone Tebet (MDB-MS), será a 1ª a ocupar o cargo.

De acordo com o projeto, além da líder, a bancada feminina do Senado indicará vice-líderes, contará com toda a estrutura e com todas prerrogativas oferecidas para líderes de partido ou bloco congressista –como preferência para uso da palavra, possibilidade de orientar votações e participar do colégio de líderes do Senado.

“O que queremos é defender projetos estratégicos para o país sob a ótica da sensibilidade da mulher. Estamos preparadas para discutir o que quer que seja: economia, emprego, renda, melhoria da educação e da saúde, direitos trabalhistas, combate à violência contra a mulher”, disse Tebet.

A votação ocorreu sem registro de votação em painel, procedimento comum quando uma matéria é unânime entre os senadores. A resolução segue para promulgação.

Contou com o apoio de todas as 12 senadoras, incluída a relatora do projeto, senadora Rose de Freitas (MDB-ES), que deu parecer favorável à proposta.

“Este projeto de resolução se insere no processo de fortalecimento da atuação do movimento das mulheres no Parlamento, com vistas à obtenção da igualdade de gênero na política, que é o nosso objetivo maior”, apontou Rose de Freitas.

A 1ª signatária do projeto, senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), considerou a votação um marco. “Hoje é um marco importante. Nos dará muito mais espaço e protagonismo para participar da Ordem do Dia”.

O Senado realizou na 2ª feira (8.mar), Dia Internacional da Mulher, uma sessão especial para marcar a data, com homenagens às mulheres chefes de família e mulheres negras.

Durante a sessão, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), destacou o esforço da Casa para diminuir a desigualdade de gênero no país. “Vamos seguir aprovando políticas públicas que contribuam para elevar todas as mulheres ao lugar de dignidade do qual são merecedoras”.

Fonte: poder360

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