Garotas de programa furtam milhões de deputado em MT

Um deputado estadual, empresário de Mato Grosso, se envolveu em uma grande encrenca ao mergulhar em uma rumorosa aventura sexual, onde o parlamentar acabou tendo milhões em espécie furtados por garotas de programa em um motel.

De acordo com as informações obtidas com exclusividade por nosso Jornal Página do Estado, o empresário e deputado estaria carregando uma grande quantidade de dinheiro dentro do carro, um valor que seria destinado a pagar propina a um outro político, garantindo assim a continuidade dos rendosos negócios que mantém em comum.

Com evidente ânsia de prazer, o parlamentar mato-grossense, antes de levar a grana, aproveitou para fazer um pit Stop em um motel de luxo com garotas de programa. Ainda de acordo com informações, ele consumiu bebida alcóolica e depois das primeiras agarradas, e entusiasmado com o seu próprio desempenho, ele teria falado para elas que dentro do porta-malas do carro havia uma dinheirama.

Na sequência, já após ter bebido além da dose, acabou dormindo. As garotas de programa cheias de curvas e de habilidades,  e aproveitando-se do muito desinibido parlamentar, que começou a contar vantagens e grandezas para elas, tiveram a idéia de furtar o Deputado trouxa que contou sobre o dinheiro da propina.

Entre as diversas abobrinhas, acabou o Deputado contando que era um homem de muitos recursos e muito poderoso em Mato Grosso sendo que dentro do porta-malas do seu vistoso carro costumava haver sempre muito dinheiro.

Na sequência, embriagado pela bebida, pelos estimulantes sexuais e pelo próprio ego descontrolado, o parlamentar de Mato Grosso, que, na verdade, não é tão resistente assim, acabou dormindo, necessitado que estava da reposição de suas energias já que é meio velho e de vez em quando passa mal com Viagra e se interna.

Enquanto o deputado falastrão roncava e sonhava com novas posições a praticar com as duas desinibidas mulheres, elas foram até a garagem do motel e confirmaram que dentro do carro do mato-grossense havia mesmo uma fortuna. Sem vacilar, ligaram para dois amigos e relataram o que haviam descoberto.

Em poucos minutos os rapazes foram até o motel e fizeram um limpa no carro do deputado.

Feito o furto do dinheiro, as duas ainda fugiram com os comparsas. Ao acordar, o parlamentar se assustou ao não encontrar mais as acompanhantes. Ao verificar seu veículo, constatou que o dinheiro também havia sumido.

Segundo informações, o deputado foi para o seu apartamento, estacionou o carro na garagem e teria simulado um assalto falso.

Na sequência, ele foi à Polícia e registrou um Boletim de Ocorrência (BO), onde contou que após parar o carro na garagem do prédio onde morava, foi abordado por três homens armados, que anunciaram o assalto e levaram todo o dinheiro que estava no porta-malas do veículo.

A Polícia abriu inquérito para investigar o caso e, nas investigações, o deputado foi ouvido em depoimento. Ao delegado ele justificou que o dinheiro era para pagar os salários de seus funcionários, omitindo a informação de que o dinheiro seria para propina.

Nas investigações, a Polícia identificou e prendeu os bandidos que já estavam fora do Estado. Os criminosos estavam em Santa Catarina, no litoral Sul do País, gastando o dinheiro em hotéis de luxo, comprando carros e motos.

Os presos confessaram que o furto aconteceu dentro de um motel, e não na garagem do prédio onde morava o empresário. Parte do dinheiro foi recuperado pela Polícia e entregue ao deputado.

O caso caiu no esquecimento. A Polícia não explicou, por exemplo, se o suposto assalto foi ou não filmado dentro da garagem do prédio. Também não houve explicação se o dinheiro era mesmo para pagar os funcionários do empresário, mesmo havendo informações de que seria para pagamento de propina.

Na época, surgiram informações não confirmadas pela Polícia, de que as câmeras de segurança instaladas no prédio não registraram pessoas estranhas invadindo e saindo do local armadas, cometendo o suposto assalto.

Também surgiram informações de que os funcionários da empresa do deputado não recebiam seus salários em espécie, e sim por meio de depósitos em contas bancárias. Um levantamento nas empresas de ônibus do parlamentar dão conta de que  não existe histórico de saques milionários para pagar funci0nários, mas que haviam saques para outras finalidades.

A comunicação de falso crime é crime, a falsificação de fatos em Bo é crime, dinheiro de propina é crime.!

Daqui a pouco DUDU descobre o nome desse Parlamentar e informa a população.

Se Liga…Estamos Espiando…

Por: Página do Estado

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