Comitê de Luta Nova Esperança faz mobilização em Curitiba

Comitê de Luta Nova Esperança faz mobilização em Curitiba

Na região metropolitana de Curitiba, pouco adiante do bairro Santa Felicidade, em reunião com Lideranças do Movimento de Luta pela Moradia, foi criado, na data de 24 de outubro de 2021, o Comitê de Luta Nova Esperança.
Com a iniciativa, onde cerca de 1.000 famílias que participam do MPM – Movimento Pela Moradia, representadas por um dos líderes, o jovem Pol, foi criado o comitê, que tem por objetivo principal a organização e a luta pela terra e moradias.

No dia 7 de setembro, durante o ato pelo Fora Bolsonaro, em Curitiba, na Praça Santos Andrade, o MPM de Campo Magro realizou ato de repúdio às alianças de Frente Ampla dos partidos políticos de esquerda com a direita, evidenciado nos discursos vazios e repetitivos do ato, não se somando ao ato de rua e nas ruas. Não obstante a esse fato anterior, a criação deste comitê de lutas, tem como objetivo somar se a forças de lideranças de esquerda, com objetivo da derrubada desse desgoverno golpista e também a luta contra o golpe de Estado de 2016 e por Lula presidente.

A Reforma Urbana que organiza os assentamentos dentro da cidade trata-se de componente estratégico da luta do movimento de ocupação de terras ociosas dentro da cidade de Campo Magro e é mais um requisito de resistência do Comitê de Lutas Nova Esperança.

O comitês sendo formado pelas lideranças do movimento de ocupação da terra, onde os trabalhos são divididos por 11 equipes que cuidam de comissões de saúde, educação, segurança, afim de proporcionar tranquilidade, lazer com oficinas de capoeira, jiu-jitsu, uma biblioteca formada a partir de doações, professores que proporcionam reforço escolar e dão suporte às tarefas escolares das crianças.

Aproveitando bem de espaço externo duma arena existente, onde na tarde de domingo do dia 24 pode-se realizar o ensaio da bateria Zumbi dos Palmares, do PCO.

O Comitê de Luta Nova Esperança busca em grande medida proporcionar às famílias, integrantes da ocupação em Campo Magro, segurança de mudanças estruturais, a partir de suas demandas principais em micro escala e juntamente alargar a visão de mundo das próprias pessoas integrantes do movimento, exigência da luta coletiva, como também evidencia a transformação da realidade das cerca de 1.000 famílias que necessitam da moradia, somando com o sentimento de pertencimento que agrega força junto as demais pessoas que estão juntos no movimento.

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