Banco do Brasil decide em 15 dias se fecha ou não agência da Dom Pedro II, em Rondonópolis

A direção nacional do Banco do Brasil vai estudar a fundo e planeja rever algumas decisões prévias nos próximos 15 dias para Mato Grosso, o que pode manter aberta a agência da instituição financeira da Dom Pedro II, que recentemente entrou na lista de fechamentos da agremiação.

Uma solicitação da vereadora Kalynka Meirelles (REPUBLICANOS) para que a direção nacional do BB pudesse rever a decisão administrativa quanto a agência, foi levada pelo senador da República, Wellington Fagundes (PL), em reunião com representantes da instituição financeira, nesta manhã (25), em Brasília.

A parlamentar salienta que Rondonópolis já caminha para 250 mil habitantes e só o seu poderio econômico atual já justificaria a permanência da agência, contudo as projeções de crescimento para os próximos anos justificam ainda mais o olhar prioritário do banco público.

“O Banco do Brasil reconhecidamente é uma instituição que atua lado a lado com o produtor rural e não há nada mais lógico do que investir em potenciais como Rondonópolis. Só em nossa cidade já há muito dinheiro circulando, fora as pessoas que veem aqui rotineiramente fazer negócios”, argumentou.

A vereadora acrescentou ainda os riscos sanitários da medida. “Nós estamos precisando é de mais agências, não o contrário, sobretudo em um momento de pandemia que tanto se propaga os riscos de aglomerações. Imagina o que viraria a agência da Avenida Cuiabá com menos uma unidade na cidade?” questiona, em tom de alerta.

Programa de Demissão Voluntária

O fechamento da unidade da Dom Pedro II seria parte de um pacote de medidas que ainda inclui o “apagar das luzes” em outras 111 agências, 7 escritórios e 242 postos de atendimento.

Para minimizar o impacto social das decisões, o Banco do Brasil anunciou um estudo de remanejamento lateral de funcionários para agências que possuam vagas, além da abertura de dois Programas de Demissão Voluntária.

A previsão com a deliberação é aderir cinco mil funcionários em desligamentos onde sejam oferecidos diversos “benefícios” a quem decida pela amigável rescisão.

No pacote consta, por exemplo, indenizações que iriam de R$ 10 até R$ 450 mil, aposentadoria antecipada para funcionários que se enquadrem e outras opções mais específicas.

A ideia do BB é ter, com todas essas medidas de reestruturação, uma economia próxima de R$ 3 bilhões até 2025.

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