A História de Luísa Pitanga, mulher com deficiência e ativista anticapacitista que vem alcançando milhares de pessoas com seu conteúdo na internet!

A História de Luísa Pitanga, mulher com deficiência e ativista anticapacitista que vem alcançando milhares de pessoas com seu conteúdo na internet!

A mulher com deficiência de 18 anos usa suas redes sociais para combater o capacitismo

A mulher com deficiência de 18 anos usa suas redes sociais para combater o capacitismo – preconceito contra a pessoa com deficiência – e a falta de acessibilidade. Além disso, ela compartilha suas vivências como uma jovem apaixonada por dança, maquiagem e comunicação.
Luísa nasceu com uma doença genética rara chamada Charcot-Marie-Tooth, que lhe causa uma deficiência física. Por isso, ela usa um andador para locomover-se.
Em 2019, após precisar mudar de escola pela falta de acessibilidade e pelo bullying, fundou, ao lado de sua mãe, a ONG “Mova-se” para lutar pelos direitos das pessoas com deficiência no interior do Espírito Santo. Em um ano de trabalho presencial, houve uma grande mobilização na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, muitos se atentaram para a luta das pessoas com deficiência. Contudo, no ano seguinte, Luísa se viu impossibilitada de continuar por conta da pandemia da COVID-19. Sendo assim, resolveu levar seu trabalho para as redes sociais.
Luísa tem uma doença genética rara chamada Charcot-Marie-Tooth (Foto: Acervo pessoal – revistamarieclaire.globo)
Ela acredita que o acesso a informação e a vontade de aprender podem tornar esse mundo mais acolhedor para as pessoas com deficiência. Sendo assim, se dedica a criar um conteúdo acessível e informativo para que as próximas gerações não passem pelas mesmas dificuldades que ela enfrenta hoje.
A ativista e influenciadora participou de matérias em importantes canais de comunicação como revista Marie Clare, UOL e Vogue Brasil.
No ano de 2021, foi entrevistada pela atriz Taís Araújo no programa Superbonita, da GNT, para contar como as mulheres com deficiência estão buscando e reafirmando suas belezas. Mas não para por aí, recentemente, compartilhou sua história com a dança inclusiva e levou a mensagem de que a dança deve acolher todas as formas de existências para quadro Mulheres Fantásticas, no programa Fantástico, da Globo.
Foto: witter
Apesar de ter se encontrado como ativista e comunicadora com deficiência, Luísa nem sempre lidou bem com sua realidade. Ela ouviu por muito tempo que seu corpo era errado e precisava ser concertado para que fosse aceito. O processo de aceitação da deficiência é contínuo e doloroso, mas graças a informação, dança e terapia está acontecendo.
Hoje, seu maior desejo é que as vozes de pessoas com deficiência ecoem, para que elas consigam ocupar os espaços que foram negados durante toda a história do mundo.

Fonte: Espia Aqui – com informações Assessoria

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